domingo, 5 de agosto de 2012

JUGAMENTO DO MENSALAO


Gurgel pede condenação de 36 réus e prisões ao final do julgamentodia a dia mensalão segundo dia 3 de agosto (Foto: Arte G1)Defesa de Jefferson indagará por que Lula não foi denunciado no mensalão

Procurador-geral falou por quase 5 horas para acusar envolvidos no caso.

Nada acontecia sem autorização de José Dirceu, afirmou Roberto Gurgel.



Cintia Acayaba, Fabiano Costa, Mariana Oliveira e Rosanne D´Agostino Do G1, em Brasília

378 comentários



Após quase cinco horas de argumentação, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta sexta-feira (3) que o caso conhecido como mensalão "maculou gravemente a República". Ele pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação de 36 dos 38 réus do processo.



Ao final da exposição, Gurgel requereu a expedição dos mandados de prisão "cabíveis" assim que o julgamento terminar. A previsão é que as sessões sobre o caso avancem até o início de setembro. A expectativa era que réus eventualmente condenados pudessem aguardar em liberdade a publicação do acórdão da decisão para questioná-lo. Por se tratar de decisão da Suprema Corte, a condenação não poderia ser revertida, mas eventuais penas, sim.



A decisão sobre os mandados de prisão será dos 11 ministros do Supremo. Caso o pedido do procurador seja aceito, os réus condenados serão presos logo após a decisão final.



Gurgel disse estar “plenamente convencido” de que as provas produzidas “comprovam a existência do esquema de cooptação de apoio político descrito na denúncia”. "Demonstramos os graves crimes cometidos. Só não produzimos a prova impossível. [...] Provas são transbordantemente suficientes para a condenação dos réus."



O procurador disse que "altas autoridades devem servir de paradigma para a sociedade" e pediu perdas de cargo, sanções patrimoniais (devolução de dinheiro) e cassação de eventuais aposentadorias.



Ao concluir, citou trecho da música "Vai Passar", de Chico Buarque: "Dormia, a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída, em tenebrosas transações."



Durante todo o tempo da sessão, ele fez a leitura da peça de acusação, sem ser interrompido. Foi ouvido pelos ministros do Supremo e por advogados de réus que estavam na plateia.



'Maculou gravemente a República'

Segundo a denúncia da Procuradoria, o mensalão foi um esquema ilícito de arrecadação de recursos usados para pagar parlamentares pela aprovação, no Congresso, de matérias de interesse do governo Luiz Inácio Lula da Silva.



“Foi o mais atrevido e escandaloso caso de corrupção, de desvio de dinheiro público flagrado no Brasil. Maculou gravemente a República. Foi um sistema de enorme movimentação financeira com objetivo de comprar votos de parlamentares nas matérias importantes para os líderes criminosos”, afirmou, em referência aos acusados do núcleo político do grupo: o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.



A acusação de Gurgel ocupou toda a sessão no segundo dia do julgamento, que começou às 14h25 e terminou às 19h45 - com intervalo de 30 minutos. Para o procurador, as provas dos autos são "insuficientes" para a condenação de dois acusados: o ex-ministro Luiz Gushiken e Antônio Lamas, irmão de outro réu.

dia a dia mensalão segundo dia 3 de agosto (Foto: Arte G1)



Em 2006, o ex-procurador Antonio Fernando de Souza denunciou 40 pessoas, mas um morreu (José Janene) e outro fez acordo com Ministério Público (Sílvio Pereira). Mesmo com o pedido de Gurgel para absolvição de dois réus, todos os 38 acusados serão julgados pelos ministros do Supremo.



Com a conclusão da argumentação de Gurgel, serão iniciadas na próxima segunda-feira (6) as sustentações orais dos advogados de defesa dos 38 acusados. Cada defensor terá até uma hora para apresentar a defesa e rebater os argumentos do procurador.



No início de sua fala, Gurgel citou a teoria do filósofo Nicolau Maquiavel e afirmou que “os fins não justificam os meios” quando o resultado “ignora o que é moralmente correto, juridicamente admissível”.



“Há quem tente justificar a tese de que um político poderia se comportar de modo disforme à moral comum. [...] Não se justifica o injustificável”, afirmou. Segundo ele, não se pode ferir “as regras do jogo democrático, não importando quem sejam os jogadores.



Líder do grupo

De acordo com Roberto Gurgel, o conjunto de provas da ação penal é “contundente quanto à atuação de José Dirceu como líder" do suposto esquema. O procurador usou 26 minutos para acusar o ex-ministro da Casa Civil.



Na defesa apresentada ao Supremo, José Dirceu negou que tenha utilizado o cargo de ministro para beneficiar empresas que supostamente repassavam dinheiro para o esquema. Ele afirmou que as negociações não partiram do governo e que não tinha controle sobre as finanças do PT.

saiba mais



Prova sobre atuação de Dirceu é 'contundente', diz Gurgel

Gurgel critica decisão do TCU que considerou legal contrato com BB

Grupo de Valério utilizou carro-forte para levar dinheiro

Políticos e assessores receberam dinheiro de várias maneiras, diz PGR



"Afirmo que a prova é contundente quanto à atuação de José Dirceu como líder do grupo criminoso.” [...] Nada, absolutamente nada, acontecia sem a prévia autorização de José Dirceu", declarou o procurador.



Gurgel disse que, “sem risco de cometer injustiça, [José Dirceu] foi a principal figura de todo o apurado”.



“Foi José Dirceu quem formatou sistema ilícito da formação da base aliada mediante pagamento ilícito. [...] Comandou os demais integrantes para a consecução de seus objetivos. [...] Autor intelectual não envia mensagem, não movimenta contas, age por intermédio de laranjas, não se relaciona diretamente com secundários da quadrilha, não deixando rastros facilmente perceptíveis.”



Uso de carro-forte

Durante acusação aos réus do processo, o procurador-geral afirmou que funcionários de Marcos Valério, citado como "operador" e responsável pela obtenção do dinheiro que abasteceu o esquema, tiveram que alugar um carro-forte para transportar valores que seriam pagos a parlamentares.



"As agências de Valério, só nesta oportunidade, tinham R$ 650 mil em espécie, que foram transportados pelo carro-forte. Algo que poucas agências têm em espécie nos dias de hoje", afirmou, ao ler trecho das alegações finais que citava que o ex-assessor parlamentar do PP João Cláudio Genu recebeu dinheiro transportado pelo carro-forte.



Ainda segundo Gurgel, o publicitário Marcos Valério era o “operador do mensalão” e, conforme os supostos pagamentos e acordos em troca de apoio político aumentavam, seu papel se tornava mais importante na organização criminosa denunciada.



“Na medida em que se intensificavam os acordos, ele [Valério] tornou-se personagem influente com poder até para influenciar os acordos com a base aliada”, disse. Segundo Gurgel, Valério tornou-se o “homem de confiança de Dirceu”.



Para o procurador, “Dirceu foi o mentor do esquema enquanto Valério foi seu principal operador”. “A prova não deixa dúvidas de que Dirceu teve a ideia, mas era necessário o dinheiro”, disse Gurgel.



Nas alegações entregues ao Supremo, a defesa de Valério confirmou que foram feitos empréstimos ao PT, mas negou irregularidades. Disse acreditar que o dinheiro seria usado para quitar dívidas de campanha.



Dinheiro recebido

Gurgel afirmou que parlamentares, outros políticos e assessores receberam pagamento em dinheiro de várias formas pelo apoio ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso - veja quem recebeu dinheiro.



"Todos esses pagamentos estão documentalmente comprovados nos autos. [...] Em vários casos, temos pagamentos até semanais”, destacou Gurgel, que relatou casos de saques na boca do caixa em agências do Banco Rural, entrega de dinheiro em hotéis ou pessoalmente em outros locais marcados.



Ainda conforme o procurador, o esquema do mensalão ocorria da seguinte maneira: efetuados acordos com partidos e parlamentares, o acusado de operar o esquema, Marcos Valério, providenciava o dinheiro e o entregava aos destinatários indicados por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT.



Desabafo

No segundo dia de julgamento do processo, o procurador também fez um desabafo: "Em 30 anos de Ministério Público, completados no dia 12 de julho último, jamais enfrentei, e acredito que nenhum procurador-geral anterior, nada sequer comparável à onda de ataques grosseiros e mentirosos de caudalosas diatribes e verrinas, arreganhos de toda espécie, por variados meios, por notórios magarefes da honra que não possuem, tudo a partir do momento em que ofereci as alegações finais nesta ação penal, tudo evidentemente para constranger e intimidar." Depois de encerrada a sessão, ele classificou a "quadrilha" que denunciou como "extremamente arrogante".

tópicos:



José Dirceu,

Marcos Valério,

Roberto Gurgel,

Supremo Tribunal Federal



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CASO DO MENSALAO







PROGRAMAÇÃO




NOTÍCIAS




ENTRETENIMENTO




ESPORTES




BATE-PAPO




VÍDEOS



Tema Quente

Apresentadores



Programa

Apresentadores

Convidados

Participe

Enquete

Vídeos

Galerias



Vídeos



Enviar Video

Embed

Link do Video







Compartilhe este vídeo



Twitter

Facebook

MySpace

Windows Live

Google Bookmarks

del.icio.us

Yahoo Bookmarks

Digg

Reddit

Stumbleupon



O STF e o julgamento do mensalão

Para debater o assunto foram convidados Claudio Fonteles, ex-procurador-geral da República, e Antonio Alves de Almeida Castro (o Kakay), responsável pela defesa de Duda Mendonça. Veja parte 2

Data: 02/08/2012

Exibição: 238

Duração: 00:14:26



Enviar comentário
Ver comentários (0)





Comente o vídeo (até 250 caracteres)

Nome:

E-mail:





Buscar vídeo:

Mais recentes
Mais vistos
Ver todos



1

2

3

4

5

..



O STF e o julgamento do mensalão (4)

O STF e o julgamento do mensalão (4)

Data: 03/08/2012

Duração: 00:08:51 Ver o Vídeo

O STF e o julgamento do mensalão (3)

O STF e o julgamento do mensalão (3)

Data: 02/08/2012

Duração: 00:14:47 Ver o Vídeo

O STF e o julgamento do mensalão

O STF e o julgamento do mensalão

Data: 02/08/2012

Duração: 00:14:26 Ver o Vídeo

O STF e o julgamento do mensalão (2)

O STF e o julgamento do mensalão (2)

Data: 02/08/2012

Duração: 00:04:26 Ver o Vídeo

As perspectivas da economia brasileira

As perspectivas da economia brasileira

Data: 26/07/2012

Duração: 00:17:00 Ver o Vídeo

As perspectivas da economia brasileira (3)

As perspectivas da economia brasileira (3)

Data: 26/07/2012

Duração: 00:10:03 Ver o Vídeo

As perspectivas da economia brasileira (2)

As perspectivas da economia brasileira (2)

Data: 26/07/2012

Duração: 00:17:27 Ver o Vídeo

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Data: 20/07/2012

Duração: 00:14:49 Ver o Vídeo

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (2)

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (2)

Data: 20/07/2012

Duração: 00:06:05 Ver o Vídeo

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (3)

Os 22 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (3)

Data: 20/07/2012

Duração: 00:15:14 Ver o Vídeo



Nossos Programas



AFC

Amaury Jr. Show

A Tarde é Sua

Bola na Rede

Hebe

Dr. Hollywood Brasil

É Notícia

Estação Teen

Good News

Leitura Dinâmica

Leitura Dinâmica 1 ª Ed.

Manhã Maior

Mega Senha



Nestlé com Você

O Último Passageiro

O Encantador de Cães

RedeTV Esporte

RedeTV News

Ritmo Brasil

Sábado Total

Saturday Night Live

Sexo a 3

SuperPop

Tema Quente

TV Fama



Links



Anuncie no Portal

Bate-papo RedeTV!

Cadastre-se

Colunistas

Comercial

Fale Conosco

Institucional

Mapa do Site

Nossos Programas

Grade de Programação

Recursos Humanos



Canais



Notícias

Entretenimento

Esportes

Vídeos



Acesso Restrito



Alterar Cadastro

Easy Media

E-Afiliadas

Web Repórter



Copyright © 2012 - RedeTV!

Todos os direitos reservados





Termo de uso



quinta-feira, 26 de julho de 2012

O MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS



Para votar em Chico Xavier via SMS, envie C para o número 49701
Para votar em Irmã Dulce via SMS, envie D para o número 49701
Todas as operadoras de telefonia móvel. Custo de R$ 0,31 + imp/trib por msg

eleiçao 2012



Caros amigos eleitores este ano o povo de Carapicuiba vai ter oportunidade de colocar 17 vereadores para fiscalizar por 4 anos mas o povo de Carapicuiba tem que aprender saber escolher bem seus candidatos a vereadores de Carapicuiba 
Este ano nos da frente populalar de favelas e movimentos sociais estamos endicando os candidatos a vereador do PSD 55 veja bem todos que estao na camara e nao fiscalizarao nada eu garanto os vereadores do PSD na camara vai ajudar o prefeito Sergio Ribeiro governar esta cidade melhor ainda tem mais nos estamos orgulhos de fazer parte da familia PSD que sabe que tem familia de sangue de politico que des de criança sempre fui politico para isso prefeito sergio ribeiro 13 vereador 55 um abraço até aproxima publicaçoes 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Senado aprova voto aberto em processos de cassação de mandato




Proposta segue agora para a Câmara dos Deputados, depois de causar debate por substituir na pauta de votações projeto que previa fim do voto secreto de forma mais ampla, em todas as votações do Congresso
Por ampla maioria, o Plenário aprovou ontem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 86/07, de Alvaro Dias (PSDB-PR), que determina o fim do voto secreto para perda de mandato de deputados e senadores. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.
Aprovada em dois turnos de votação, a proposta substituiu na pauta de votação a PEC 38/04, do então senador Sérgio Cabral, atendendo a requerimento do líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM). Essa PEC, mais ampla, extinguiria o voto secreto parlamentar em todos os casos, incluindo a escolha de autoridades e a análise de vetos presidenciais. Braga, porém, salientou que só havia consenso no Senado em torno do voto aberto em caso de perda de mandato — como prevê a PEC aprovada.
Em defesa da proposta de Alvaro, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que o voto secreto em autoridades, como indicação de chefes de missões diplomáticas e ministros de tribunais superiores, e no exame dos vetos presidenciais consiste em “proteção dos parlamentares” contra pressões externas.
Paulo Paim (PT-RS) discordou, lembrando que em sua atuação no Congresso nunca viu um veto presidencial ser derrubado.
— Não tem que ter medo. Ninguém aqui tem medo do voto aberto. Quem tem medo de abrir o voto no caso de análise de veto presidencial tem que sair da vida pública — afirmou, enfático, sendo acompanhado por Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Vital do Rêgo (PMDB-PB) na defesa do fim do voto secreto no Congresso.
Vontade de trair
Pedro Taques (PDT-MT) chegou a afirmar que o voto secreto “dá vontade de trair”, mas o parlamentar não pode ter receio de seu voto.
— Senador e deputado que não aguentam pressão têm que voltar para casa.
Blairo Maggi (PR-MT), Ana Amélia (PP-RS), Paulo Davim (PV-RN), Wellington Dias (PT-PI), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Benedito de Lira (PP-AL), José Pimentel (PT-CE), Sérgio Souza (PMDB-PR), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Sérgio Petecão (PSD-AC) também se manifestaram a favor do fim do voto secreto nos casos de cassação de mandato parlamentar.
A PEC aprovada modifica o artigo 554 da Constituição no parágrafo que estabelece o voto secreto em decisões de perda de mandato de deputados e senadores.
Ao justificar o projeto, Alvaro chegou a mencionar os escândalos do mensalão e das sanguessugas como exemplos de situações em que a recomendação do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar pela perda do mandato acabou não sendo seguida pelo Plenário: “É possível que se crie constrangimento, mas a população tem o direito de fiscalizar o seu representante”, segundo o senador.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

LIDER COMUNITARIO DE CARAPICUIBA FAZ CAMPANHA DE MOBILIZAÇAO DE AUDIENCIAS PUBLICAS DO ORÇANTO 2013

        
Objetivo é remanejar recursos para melhor atender às necessidades de cada região

A Assembleia paulista, por intermédio de sua comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, iniciou em 11 de junho último a série de audiências públicas para discutir o Orçamento do Estado para 2013.
Neste ano, a comissão vai realizar, em junho e agosto, 20 reuniões no total, nas regiões administrativas, metropolitanas e aglomerações urbanas do Estado (veja calendário abaixo).
Desde 2005, deputados estaduais paulistas percorrem as diversas regiões para ouvir a população a respeito de questões que interferem no seu dia a dia e que, na apreciação do Orçamento estadual, podem ser definidas com a destinação de recursos, ou a adoção de políticas públicas.
Apesar de ser uma peça técnica, a Lei Orçamentária reúne todas as ações a serem implementadas pelo Estado. Talvez seja a principal matéria que a Assembleia deve aprovar ao longo de cada exercício. É o Orçamento que determina os recursos e investimentos do Estado por região e programas em todas as áreas de sua competência. As audiências públicas diminuem as barreiras geográficas e ajudam na identificação dos recursos que podem ser remanejados para melhor atender às necessidades da população.
As sugestões poderão ser apresentadas no local das audiências ou até 30 de setembro no Portal da Alesp (www.al.sp.gov.br). Uma equipe técnica irá analisar as propostas e avaliar sua compatibilidade com os programas do Orçamento.
A CFOP é presidida pelo deputado Mauro Bragato (PSDB) e tem como membros permanentes os deputados Estevam Galvão (DEM), Luiz Cláudio Marcolino (PT), Maria Lúcia Amary (PSDB), Orlando Bolçone (PSB), Regina Gonçalves (PV), Simão Pedro (PT), Vanessa Damo (PMDB), Vitor Sapienza (PPS) e Welson Gasparini (PSDB).

A inportantancia do povo brasileiro e do estado de sao paulo é participar das demandas de nossas regiao vamos lutar pelo orçamento participativo  estadual para que seja criado nos estado de sao paulo todo portanto este é a nossa caminhada esta passada